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EDITANDO: Enfim... PSC 10th Anniversary DVD Completo!!!
Como o esperado da minha net, só consegui colocar o DVD completo hoje.
Juntem as partes com o HJ Split.
Até mais...
Hikari

Como o esperado da minha net, só consegui colocar o DVD completo hoje.
Juntem as partes com o HJ Split.
Até mais...
Hikari
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Uma Pétala
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(...)
O homem respondeu:
“Não, é que havíamos decidido que esta árvore deveria ser cortada mas fazer isso é mais difícil do que pensávamos.”
O rapaz disse a si mesmo
“É uma esplêndida árvore... é uma pena...”
A garota pareceu sentir a mesma coisa. Os dois retornaram para casa com as suas cabeças baixas e com um sentimento de desolação.
Naquela noite, quando o jovem rapaz foi para cama, a garota começou a falar timidamente:
“Querido, eu tenho algo para dizer a você”
“O que é? Diga-me."
“Eu preciso dizer adeus.”
Ouvindo tão terríveis palavras, o rapaz levantou-se e ficou de frente a ela:
“Como?! Tão de repente... Aconteceu alguma coisa?”
Com isso a garota respondeu escondendo o rosto repleto de lágrimas:
“Eu... eu tenho mentido para você esse tempo todo. Você pode não acreditar, mas eu sou o espírito daquela árvore. Eu sempre estive observando-o quando você ia visitar o Jizo sagrado, mas sem que eu me desse conta, me apaixonei por você por vê-lo ser sempre tão gentil... eu sabia desde o início que meu desejo não poderia tornar-se realidade, mas não pude conter os meus sentimentos, então vim até você. Desde o início... eu sabia que poderia acabar desse jeito.”
Enquanto ela dizia estas palavras, uma fraca luz envolvia o seu corpo.
“... Espere... eu entendo que você é o espírito daquela árvore mas... por que temos que nos separar? Eu não desejo isso. Se espírito ou não, você é você. Por favor, fique comigo.”
O rapaz estava chorando, mas a imagem da garota já havia desvanecido; só uma flutuante pétala de flor de cerejeira restou dela.
Com aquela pétala na sua palma, o jovem rapaz que esteve soluçando, pôde ouvir a voz fraca da menina:
‘Se ao menos eu pudesse … eu também quis ficar com você para sempre. Contudo … este é o destino. O tempo que passei com você é muito precioso e nada irá mudar isto. Mas de agora em diante continuarei zelando por você. Por favor, não se esqueça de mim. Antes que eles cortem aquela árvore de cerejeira, tome um galho fino dele e o coloque na sua casa. Isto o fará lembra-se de mim, assim por favor, cuide dele. Eu sempre vou estar… perto de você...’
A voz da garota desvaneceu-se completamente, apenas a voz do rapaz chorando ainda ressoava.
Como lhe foi dito, ele pegou um galho da árvore e o colocou em um jarro no canto da sua casa.
Posteriormente, o rapaz nunca mais viu a menina novamente e nem ouviu a sua voz outra vez, mas durante a sua vida inteira, não importava como as estações se modificassem ou quantos anos passassem, o galho fino nunca murchava e continuamente, permaneceu florescendo lindas flores de cerejeira.
Fim.
(^___^) Obrigada a todos pela atenção! Continuem acompanhando! Fim de semana que vem teremos mais historinhas misteriosas envolvendo esse símbolo que tanto nos encanta: a árvore de cerejeira !!
Beijos a todos !! E um bom fim de semana!(^3^)/~
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Uma pétala
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(...)
Havia uma belíssima e muito bem vestida garota, em pé, sozinha, olhando pra ele.
“Por favor, perdoe-me por chamar tão tarde... Hoje eu fui procurar pela minha mãe, de quem me separei quando era criança, mas agora estou perdida; e pra piorar as coisas, o sol se pôs. Já estava pronta para ir dormir no campo, mas como aconteceu de eu ter visto a luz vindo desta cabana, vim até aqui. Você pode estar confuso, mas poderia, por favor, deixar-me passar a noite aqui?”
O jovem rapaz que apenas ficou de pé, olhando atônito de início, ao ouvir a história da garota, sentiu muito por ela e, gentilmente ofereceu-lhe estadia.
“Eu não possuo nada, mas por favor, fique à vontade.”
Ele deu à garota o futon no qual sempre dormia, enquanto ele próprio passou a noite encostado ao canto, no chão.
Na manhã seguinte, o jovem foi acordado pela primeira vez em muitos anos pelo cheiro de sopa miso quente.
“Por favor, perdoe-me por ter entrado na cozinha sem perguntar. Espero que goste disto...”
A garota deu a ele a sopa miso que havia acabado de preparar.
“Não, não, não se preocupe. Sou eu quem precisa pedir perdão por não ter nada pra comer...”
Depois de tomar um golinho da sopa miso, ele perguntou à menina:
‘Você disse que procurava sua mãe, mas você tem alguma pista?’
Com esta pergunta, o rosto da menina encobriu-se de nuvens e ela respondeu:
‘De fato só ouvi que talvez ela estivesse vivendo em algum lugar mas não tenho nenhuma idéia quanto a onde poderia ser este lugar, portanto só estive perguntando por aí …’
‘Entendo … Isto é um verdadeiro problema.’
O jovem rapaz juntou as mãos e ponderando, logo fez à menina esta sugestão:
“‘O que você diria se descêssemos à aldeia uma vez durante alguns dias e perguntassemos juntos às pessoas ao redor? Contudo, é perigoso para uma menina estar viajando sozinha, assim se estiver tudo bem, você pode ficar aqui quanto tempo quiser.’
Ao ouvir isto, o rosto da moça que tinha ficado turvo, iluminou-se e ela agradeceu ao jovem muitas vezes, e então logo pegou um pouco de sopa miso e também começou a tomar.
Depois de algum tempo os dois se apaixonaram um pelo outro e espontaneamente trocaram votos e viraram marido e mulher. A moça procurava sua mãe sempre mas, como ela não pôde encontrá-la, nem mesmo pistas do paradeiro, tanto ela como seu marido conseqüentemente ficaram sem idéias. Depois de exatamente um ano desde que ela tinha aparecido, o rapaz notou algo estranho. Por alguma razão misteriosa, como já acontecera na primavera passada, pétalas de flores de cerejeira caiam de algum lugar sobre a cabana de ambos de vez em quando.
‘Como é estranho, não é?’
Como este não foi um evento muito perturbador, ele não deu atenção especial a isto, mas a cada vez que ele encontrava pétalas de flor, ficava se perguntando.
Depois disto mais três anos passaram. A menina pareceu ter deixado de procurar sua mãe pois não o fazia mais com zelo; eles até não desceram mais juntos à aldeia tantas vezes como antes, mas os dois, mesmo pobres, viviam uma vida feliz e nunca esqueceram de exprimir a sua gratidão, portanto eles usavam cada dia para ir ver o Jizo sagrado e rezar.
Um dia, quando eles foram juntos, como sempre, ao lugar do Jizo sagrado, eles encontraram uma multidão lá. O jovem foi em direção a um homem que via a árvore de cerejeira e rosnava algo e perguntou:
‘Algo está acontecendo? Por que todo o mundo está aqui?’
(...)
(*-*~) huhuhu
Beijos!
Olá ! (^-^)/
Primeiramente desculpem a demora, mas enfim trago a terceira historinha do Isshi. Esta é bastante romântica e com um leve toque de sobrenatural. Algo surpreendente vai acontecer! Espero que gostem! (*-*~)
Uma pétala
Era uma vez num certo lugar, um jovem rapaz, que havia perdido seus pais na infância e vivia sozinho ao pé de uma montanha.
A aldeia mais próxima ficava muito distante e socializar-se não era um dos pontos fortes do rapaz, então ele vivia uma vida independente e humilde. Em todo o caso ele foi um homem de coração doce que trabalhava todos os dias no seu campo e que, se houvesse algo de que ele precisasse, descia à aldeia para trocar coisas por outras para suprir suas próprias necessidades. Dessa forma, ele estava satisfeito com a sua vida diária.
Complementando a rotina diária do jovem rapaz, no caminho para a aldeia, havia uma grande árvore de cerejeira cujas raízes funcionavam como velho relicário que possuía um Jizo sagrado no interior. O rapaz deixava um pequeno oferecimento ali todos os dias. Mas como ele não tinha pai, nem filho, nem mesmo amigos, para esquecer-se da solidão dos seus dias ele falava do fundo do seu coração ao *Jizo sagrado que nunca o responderia.
Um dia, o jovem rapaz viu que a comida em sua cabana havia ficado escassa, precisando então, ir à aldeia fazer as devidas trocas. Pôs nas suas costas um pouco de verdura que tinha crescido no seu próprio campo e tomou o caminho da colina habitual, quando encontrou o Jizo sagrado caído abaixo, fora do relicário, no chão. No relicário houve traços dos oferecimentos que tinham sido comidos não asseadamente, ficando então claro que um viajante havia passado por ali e que tinha retirado o Jizo sagrado do lugar, rezando para ser permitido passar a noite dentro do relicário para evitar a chuva e o orvalho.
“Agora, realmente... que coisa para se fazer...”
Assombrado por ver isto, o jovem rapaz tirou a sua bagagem imediatamente, levantou o Jizo sagrado da terra e o pôs no seu lugar, limpando em seguida a lama do seu entorno.
“O que?! Até o avental está faltando... “
Ele olhou em torno e viu o avental sujo e suspenso nos ramos da árvore. Embora ele tentasse alcançá-lo, não era mais possível ajustar ao Jizo sagrado. Ele não sabia o que fazer, então:
"Aquele é tão frágil... não tem como reparar, assim por favor, desculpe-me pôr dar-lhe este ..."
O jovem rapaz tirou a toalha que estava sobre si e colocou ao redor do pescoço do Jizo sagrado.
“Não é muito bonito, mas certamente é melhor do que o outro.”
Depois de dizer estas palavras, colocou a bagagem de volta e desceu à aldeia.
Naquela noite, quando ele estava exausto, descansando na cama, alguém foi visitar a casa do jovem rapaz.
“Toc, toc... toc, toc, toc...”
“Quem poderia ser... no meio da noite...”
Ao lado do fato de que normalmente ninguém o visita, agora acontecia no meio da noite. Ele pegou a enxada que estava pendurada na parede, aproximou-se timidamente e girou a tranca. Quando ele abriu a porta, ficou tão surpreso que deixou cair a enxada das suas mãos.
(...)
Momento de suspense!! Quem ou quê o jovem rapaz viu que o deixou tão estupefato? Algo belo? Algo terrível? Não percam no próximo fim de semana! ;D
Beijos a todos!
E Feliz dia das Mães (^^)/ ~