quarta-feira, 6 de maio de 2009

Novo comment do Kagrra,!

Olá!
Muita gente tem me procurado através de e-mail, comentários e msn me perguntando novidades sobre os shows do Kagrra, no Brasil e hoje, finalmente, saiu o novo comment da banda (no caso, parte dela. Shin e Isshi) sobre os shows que farão dia 10/07 em Fortaleza e dia 12/07 em São Paulo.
Assistam!

(Não se esqueçam de ativar as legendas clicando no botão que fica do lado direito)

Estou sem palavras. Nem vou comentar sobre a minha ansiedade em relação a esse show senão este humilde site vai ser taxado de site mantido por fangirls histéricas. Então, aguardo o comentário de vocês. XD
Beijo!

Shu - Letras e traduções oficiais

Olá! :3
Hoje vim trazer as scans do encarte da versão européia do Shu. No encarte contém todas as letras romanizadas acompanhadas da tradução oficial em inglês.
Olho no lance! -q

Scans by lesyeuxjaunes

As scans estão na ordem correta. E por hoje é só!
Beijos! :*

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Wallpapers oficiais

Olá! Me desculpem pelo sumiço.
Tive alguns probleminhas pessoais, mas estou de volta! :)
Hoje trago 5 wallpapers oficiais do Shu. Espero que gostem porque eu adorei. Roubei eles do fórum.


Ah, vocês estão gostando das histórias do Isshi? *-*
Beijo!

domingo, 3 de maio de 2009

Isshi's novels – Corrida de 3 pernas (parte 2/2)

Olá again! \(^o^)

Aqui o final da “Corrida de 3 pernas”. No último post a mãe do nosso protagonista tinha algo para falar mas que estava escondendo. Sem mais delongas, fiquem agora com a continuação!
Leia Mais...

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Corrida de 3 pernas

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“Parece que seu pai tem câncer...” disse ela em uma voz muito baixa, enquanto olhava para o tapete no chão. “Por muito tempo o estado de saúde dele esteve ruim, mas ele nunca disse nada sobre isso e apenas resistiu. Somente agora quando foi feito um exame que foi descoberto o câncer... e parece que ele vinha sofrendo todo esse tempo... até o médico disse “como você pôde deixar que isso tomasse esse rumo?” e foi por isso que pedi para que você voltasse para casa...”

A confissão da minha mãe foi tão repentina que por um momento senti como se meu coração parasse. Eu fiquei extremamente preocupado. Foi então que ela disse “Mesmo sendo descoberto só agora, parece que ainda há cura, mas, entenda que mesmo que ele saia do hospital, ele vai ter que voltar lá algumas vezes durante a semana... quando isso acontecer você poderia continuar trabalhando na loja no lugar de seu pai? A loja é o que mais o preocupa, então... você poderia levar a loja adiante?”

Com essas palavras totalmente inesperadas da minha mãe, eu mergulhei em silêncio.

Ela levantou-se lentamente e colocou a foto no lugar.

“Foi porque ele me disse que jamais, por nada no mundo, eu deveria contar isto a você que eu mantive o silêncio mas... a perna do seu pai ficou debilitada por que ele protegeu você”

“O que a senhora está querendo dizer?” perguntei com uma voz um pouco irritada.

“Você provavelmente não lembra por que ainda era muito pequeno, mas na infância, enquanto você estava brincando na frente da nossa casa, correndo atrás de uma bola que escapou, você pulou no asfalto bem na hora em que um carro estava vindo. O carro quase atropelava você, mas seu pai...”

Enquanto ouvia isso, as memórias guardadas bem dentro da minha mente sobre este momento, vagamente iam voltando. Aquele evento foi demais para mim, que era muito jovem, então guardei tudo sobre o acidente de forma inconsciente no fundo das minhas memórias. Foi isso mesmo... eu fui salvo pelo meu pai....

Quando eu me dei conta disto, estava diante de um imenso vazio e lágrimas rolaram pela minha face.

“Foi por isso que partiu o meu coração quando você ficou com raiva pelo seu pai não ter sido capaz de correr com você na “corrida de três pernas”... mas para o seu pai deve ter sido bem mais dolorido. Ele realmente queria correr junto com você... com a perna dele amarrada à sua como uma só, ele realmente quis correr com você...”

Isso foi tudo o que ela disse e, com uma das mãos sobre os lábios, desceu as escadas.

Eu olhei para a foto por um momento, mas o aroma da especialidade da minha mãe “cavala cozida no miso” alcançou-me, então desci as escadas também e fui até a cozinha, onde ela estava e disse-lhe:

“Eu... vou cuidar da loja”

Sem olhar para mim, ela apenas disse

“Tudo bem.”

Amanhã eu vou ver o meu pai. E vou dizer isto a ele: “Pai, de agora em diante, nós vamos estar realmente juntos, correndo a três pernas”

Eu senti que, com a minha mente agora vazia, o som da minha mãe cozinhando vegetais se tornou mais alto.


(Fim)


Isso é tudo por hoje gente!


Até a próxima! (^___^)/~

sábado, 2 de maio de 2009

Isshi's novels – Corrida de 3 pernas (parte 1/2)

Olá para todos! (^__^)/~

Aqui é a Sammy de novo com uma nova historinha do Isshi. Como havia dito antes, ela fala sobre um relacionamento entre pais e filhos. Eu achei ela super doce. O que será que vocês vão achar? Leiam e continuem comentando por favor! (^^~)
Leia Mais...

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Corrida de 3 pernas

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Eu odiava meu pai. Reticente, sem vontade de prosperar, sempre sujo com graxa... Eu estava pensando no fundo do meu coração que tudo o que eu não queria no futuro era ser um pai como ele.

A minha família possui um pequeno e independente negócio – uma loja de bicicletas, onde meu pai sempre esteve trabalhando das dez da manhã às sete da noite, fazendo reparos em correias que saíam dos trilhos, emendando buracos em pneus e coisas semelhantes. Como eu odiava ter tal imagem de um pai, quando voltava da escola, evitava a entrada principal que também era a entrada da loja e usava a porta dos fundos para ir e vir. Até mesmo depois que me formei do ensino médio e fui estudar em uma universidade em Tóquio tendo que vir posteriormente trabalhar aqui, meus sentimentos não mudaram.

Eu acho que comecei a odiar meu pai na época em que eu estava nas primeiras séries do primário. Na minha escola, no dia das crianças (5 de maio), havia a “assembléia das carpas” um tipo de competição de atletismo e dentre as competições em que os pais também participavam, havia uma competição chamada “corrida de 3 pernas”. Normalmente as crianças participavam com seus pais, porém, como o meu pai havia sofrido um acidente a muito tempo atrás e tinha comprometido a sua perna direita, eu corri na competição junto com a minha mãe.

Isso aconteceu no primário e eu ainda não sei dizer se foi algo bom ou ruim.

“Por que você corre com a sua mãe?”

“É só você quem corre com sua mãe! Você não faz nada sem a mamãezinha do lado?”

Tais perguntas vinham dos meus colegas de classe que não sabiam sobre as condições da perna do meu pai, porém, eu comecei a guardar ressentimentos contra ele por isso e o culpava por tudo. Meu pai sempre ficava em silêncio e pra mim, que era muito jovem na época, apenas dizia ”mesmo que você me culpe, não há nada que você possa fazer sobre isso.” Com esse dilema, a raiva que eu tinha que não sabia para onde direcionar, só pode converter-se em uma ira silenciosa e sem sentido contra ele.

O motivo pelo qual estou relembrando disto agora é que eu recebi uma ligação da minha mãe dois dias atrás, ao entardecer, me dizendo que meu pai havia sido hospitalizado e perguntando quando eu poderia voltar para casa. Parecia que meu pai com sua perna debilitada, enquanto voltava de uma visita às flores juntamente com a associação dos moradores, cometeu um pequeno deslize e caiu batendo a cabeça seriamente e agora ele estava muito preocupado por que teria que passar algum um tempo no hospital.

As desagradáveis memórias da minha infância vieram à tona repentinamente, então suspirei e, enquanto rosnava “tsk! Ah cara!” disquei o número da estação de Tóquio e comprei uma passagem para o primeiro trem com destino a Shinkansen programado para a manhã seguinte.

Buscado pela minha mãe na estação, eu estava agora, depois de um longo tempo afastado, voltando para a casa onde para mim tudo era sombrio e como sempre, cheirava a óleo. Subi as escadas e fui para o quarto onde eu passara os primeiros 18 anos de minha vida e, quando sentei na cadeira da minha escrivaninha que ainda estava repleta de anotações, eu reparei em uma fotografia que não tinha visto antes sobre ela. Eu peguei o porta retrato que a continha e estava olhando para a foto, quando minha mãe se aproximou e disse: “esta foto que você vê, está aí por que seu pai pediu para que eu colocasse”.

Eu estava na foto. Foi tirada durante o ensino médio e nela eu estava sorrindo e mostrando um prêmio que certificava que eu tinha ganho um concurso a nível de prefeitura.

“Por que ele pediu isto?”

Eu entreguei a foto à minha mãe

“Seu pai estava realmente feliz. Bem, ele não tinha como correr, não é? Por isso ele realmente amava vê-lo correndo” disse ela inclinando o queixo e encostando-o na mão direita com as sobrancelhas um pouco soerguidas.

“Hmm.. Entendo… então, como ele está?”

Quando eu perguntei sobre a condição de meu pai, minha mãe sentou-se na cama e respondeu-me com um olhar sombrio:

“A pancada que ele levou na cabeça não foi nada sério, mas ele provavelmente não poderá voltar para casa por um algum tempo...”

Ouvindo essas palavras eu ajeitei a cadeira e então pude olhar nos olhos dela e perguntar:

“Há algo de errado?”

O olhar da minha mãe foi ficando cada vez mais enegrecido.



(...)



E com isso eu fico por aqui encerrando o post de hoje! xD

Peço desculpas por interromper logo em um momento tão alto da narrativa. Mas vocês realmente não perdem por esperar. Com relação ao final eu só posso adiantar uma coisa: Tenham fé! Teremos um desfecho melhor do que os das novelas da globo! ;D

Kissu x*

 
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